Bem - querer

Cheiro verde

Tem lugares que parecem não pertencerem a este espaço-tempo. São refúgios. Lugares escondidos e isolados onde a vida pode ser mais leve e o ar mais puro. Lugares onde banho de bica e o cafuné ganham conotações diferentes e passam a ser vitais para a sobrevivência. Aquele lugar em que a garrafa de café e… Continuar lendo Cheiro verde

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Sem categoria, Textos da mari

Desculpa esse mundo, Dandara  

  Não te conheci pessoalmente, Dandara. A sua vida corria distante da minha apesar de dividirmos o mesmo sol. É possível que já tenhamos nos cruzados nos terminais de ônibus, na fila da padaria ou em um sábado de manhã no centro da cidade. Se sim, espero ter lançado para você um olhar gentil. Dandara,… Continuar lendo Desculpa esse mundo, Dandara  

comportamento

Um sopro de felicidade

Demorei mais do que o de costume para escrever esse texto. Não sei bem ao certo porque. Talvez porque a felicidade seja algo tão abstrato que eu não encontrava uma maneira de traduzir esse sentimento em palavras. Mas, vamos lá, porque a felicidade anda fazendo morada por aqui e eu to aproveitando para curti-la um… Continuar lendo Um sopro de felicidade

Resenhas

A força que vem do movimento

Resenha sobre o espetáculo Um Norte que Dança. Publicada no jornal  O POVO em 14/02/2017. Um Norte que Dança traz um novo olhar sobre a produção cultural da Região Norte, com releitura de fatos históricos e mistura de ritmos Se fosse possível definir o Corpo de Dança do Amazonas em uma palavra, ela seria versatilidade.… Continuar lendo A força que vem do movimento

Bem - querer

Casa de vó

Refúgio. Segundo o dicionário é o lugar para onde se foge para escapar do perigo. É aquilo que serve de amparo, de proteção. Refúgio é sinônimo de segurança, de porto seguro. Nesse texto é uma palavra que é representada por cadeira de balanço, cheiro de vicky, rosa no jardim, uva e tapioca com café. Refugio… Continuar lendo Casa de vó

comportamento

Um fato isolado (o que eu aprendi com o Han Solo)

Entrei em casa engasgada. A raiva, a tristeza e a culpa me consumiam. Como posso dar uma chance ao novo se não consigo perdoar o erro do passado? Mil ideias zumbiam na minha cabeça e o barulho me incomodava profundamente. Me joguei na cama e respirei. Fundo. Uma, duas, três vezes.  Tentei absorver e entender… Continuar lendo Um fato isolado (o que eu aprendi com o Han Solo)